Ricardo Beier Hasse, Advogado

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Advogado formado pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Mais de 4 anos de experiência na área de Direito Civil e Direito Processual Civil. Autor de Trabalho de Conclusão de Concurso sobre a natureza jurídica da decisão que indefere liminarmente a reconvenção. Mediador da Câmara Arbitral Rural Brasileira (CARB).

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Ricardo Beier Hasse, Advogado
Ricardo Beier Hasse
Comentário · há 4 anos
Discurso inócuo...

Tirando as palavras bonitinhas de "mais amor" e "menos intolerância", tua lógica se baseia em ser uma imposição de cultura não aceitar alguma coisa.

Existem culturas como indígenas e esquimós, por exemplo, que matam recém nascidos com deficiência ou os idosos por prejudicarem o desenvolvimento daquele grupo. Podemos também falar de religiões que aceitam abertamente o apedrejamento de mulheres, a poligamia, relações sexuais com crianças e casamentos por simples interesse da família e não da futura noiva.

Ora, mostre ser a égide da tolerância e aceite tudo isso. Que tal?

Nesse mesmo sentido, não fez o menor sentido falar em "herança histórica" com "padrões de aceitação", "mundo globalizado" e "multiculturas". Ora, como visto, existem culturas totalmente diferentes umas das outras. Eu posso simplesmente querer a minha cultura no meu país e não para os outros. Que imposição há nisso? Que imposição há em querer conservar os valores existentes hoje na minha sociedade? Ah, mas não há imposição em defender a mudança dos valores atuais sob o pretexto de "quem não quer mudança está me oprimindo".

Eu estou impondo algo em não querer uma mudança e você não está impondo ao querer? Não é difícil a lógica...

Incongruência em falar da "coletividade" e ao mesmo tempo atacar os grupos que não aceitam algumas mudanças. Ora, se estamos falando em coletividade, toda e qualquer mudança de um grupo, afetará o outro grupo, afinal, trata-se de UMA coletividade.

Comparar um comedor de picanha com um usuário da cracolândia é muito plausível mesmo. Eu nunca vi um carnívoro assaltando ou matando para comprar mais picanha, mas o contrário... Realmente patética a comparação, desculpe.

Em suma, o argumento para legalização de uma droga que sabidamente causas males um pouquinho maiores que uma picanha, envolve diversos crimes, destrói famílias, é simplesmente mais amor e menos intolerância. GENIAL!

Realmente falta menos hipocrisia...
Ricardo Beier Hasse, Advogado
Ricardo Beier Hasse
Comentário · há 4 anos
Muito dizem que homicídio e aborto são coisas bem diferentes, não havendo relação entre um e outro. Será mesmo?

Por definição, homicídio é o ato de tirar a vida alheia de forma voluntária ou não, enquanto aborto é a interrupção da gravidez de forma voluntária ou não. Daí tiramos a conclusão de que o homicídio remete necessariamente à vida de alguém, enquanto aborto não leva à mesma conclusão imediata, pois seria apenas uma interrupção de algo natural...

Bom, não é necessário grandes explicações sobre o homicídio, mas quanto ao aborto podemos fazer a seguinte pergunta: o que é gravidez?

Gravidez é o estado em que o feto se encontra em desenvolvimento no ventre da mãe. Finalmente, questiona-se, o que é feto? -Significa o ser em desenvolvimento.

Finalmente, chegamos à famosa pergunta jurídica: quando iniciou a vida desse ser em desenvolvimento?

Atualmente ninguém sabe. Nem juristas e nem cientistas. Trata-se de uma das maiores incógnitas hoje em dia, havendo diversas vertentes, todas com ótimos embasamentos. Agora, vamos transportar esse conhecimento para o significado de aborto:

"aborto é a interrupção DE UMA POSSÍVEL VIDA (da gravidez) de forma voluntária ou não". Agora sim fica muito mais fácil encontrar a relação entre aborto e homicídio, já que agora, ambas referem-se à VIDAS. Portanto, sim, há relação entre ambas.

Assim, extrai-se que o feto tem 50% de ser ou não uma vida.

Sabendo disso, questione-se novamente se você aceita o aborto com 50% de chance de estar tirando uma vida. Você aceitaria friamente a chance de 50% de estar cometendo um homicídio? Eu não...

Além disso, o aborto é vendido como uma solução para os problemas, sendo muito mais ocultado os seus riscos do que os riscos de sexo ou e sem os devidos cuidados. O aborto cirúrgico é extremamente agressivo ao corpo da mãe e principalmente do bebe, que as imagens não mostradas, deixam muito claro haver reação daquele corpo indefeso, que se agita em todos os sentidos tentando se livrar do objeto que irá lhe matar. As imagens são muito chocantes, mas ninguém que eu vi ser a favor do aborto tem conhecimento delas... Sequer foi atrás...

Enfim, acho que nos casos em que não gerará vida ou em caso de estupro (apenas nas fases muito iniciais do desenvolvimento do feto) acho admissíveis. De resto, acho uma abominação.

Perfis que segue

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